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  • Futebol: Camarões, Marrocos e Nigéria são destaques no início da Copa Africana de Nações
    As seleções de Camarões, Marrocos e da Nigéria foram as primeiras a garantir vaga para a próxima rodada da competição com uma rodada de antecipação. Neste domingo, jogos pelos grupos E e F encerram a segunda rodada da CAN, marcada por contrastes nos estádios, muitos deles com torcidas animadas e outros vazios, principalmente devido aos problemas ligados à Covid-19. Elcio Ramalho e Marco Martins, enviado da RFI aos Camarões Com duas vitórias nos dois primeiros jogos, camaroneses, marroquinos e e nigerianos já estão nas oitavas de final da CAN 2002. A equipe anfitriã do torneio venceu o Burkina Faso (2 a 1) na estreia e goleou a Etiópia (4 a 1) na segunda rodada, garantindo o primeiro lugar no grupo A e a classificação por antecipação.  Apesar dos resultados convincentes, o treinador português Antonio Conceição mostrou prudência sobre o desempenho da equipe de Camarões. "No plano defensivo estamos bem, e também no ataque, mas precisamos ainda melhorar para a próxima fase, que será mais difícil", disse o treinador após a goleada contra os etíopes.   Já a Nigéria também venceu os dois primeiros jogos – 1 a 0 contra o Egito e 3 a 1 sobre o Sudão – e lidera sozinha o grupo D.  No grupo C, a equipe do Marrocos também passou pelos dois primeiros adversários: 1 a 0 contra Gana e 2 a 0 contra Comores, e também já carimbou sua vaga para as oitavas da competição.  Seleções lusófonas Depois de um bom começo na primeira rodada, as duas equipes lusófonas, Guiné Bissau e Cabo Verde, perderam o segundo jogo, mas mesmo assim continuam vivas e com chances de classificação pois os quatro melhores terceiros colocados de seis grupos avançam.  Os caboverdianos estrearam com vitória de 1 a 0 sobre a Etiópia, mas perderam pelo mesmo placar para o Burkina Faso. A equipe tenta avançar para a próxima fase e para isso depende de um bom resultado contra os Camarões na última rodada da fase de grupos.  A Guiné Bissau tem um desafio ainda maior pois tem apenas um ponto na chave D, após o empate na estreia contra o Sudão. Na noite deste sábado pedeu para o Egito por 1 a 0 e precisa vencer a forte Nigéria na próxima quarta-feira (19) para brigar por uma vaga.   Contrastes nos estádios A CAN 2022 é disputada em seis estádios de cinco cidades dos Camarões, país da costa ocidental da África. Nos dois estádios em Yaoundé e em outros onde jogam seleções de países vizinhos como Nigéria e Senegal, a ocupação parcial das arquibancadas é garantida, com a presença de torcedores entusiasmados e barulhentos, vibrando ao som das vuvuzelas. No entanto, nas partidas de seleções distantes dos Camarões, como Sudão e Etiópia, por exemplo, as arquibancadas ficam geralmente vazias.  A atual pandemia de Covid-19 explica em grande parte a ausência de torcedores. Além de conseguir vistos, é preciso apresentar testes PCRs negativos para embarcar e outro de antígeno na chegada aos Camarões. Além disso, os torcedores também devem apresentar testes negativos de menos de 24 horas, no caso de antígeno, para entrar nos estádios. Para ter acesso a clínicas e laboratórios para fazer o teste é preciso passar várias horas nas longas filas.  Para os camaroneses, outra solução é apresentar um documento comprovando o esquema de vacinação completo. Mas no país, há forte resistência à campanha de vacinação.  Para ouvir o programa, clicar no link acima
    1/16/2022
    8:46
  • Futebol: Copa Africana de Nações começa nos Camarões com duas seleções lusófonas na disputa
    A Copa Africana de Nações (CAN) tem início neste domingo (9) com a estreia dos Camarões, anfitriões da competição, contra o Burkina Faso. Duas seleções lusófonas participam desta edição e tentam fazer história : Cabo Verde e Guiné Bissau.  Elcio Ramalho e Marco Martins (enviado da RFI aos Camarões) Prevista para ser realizada no ano passado, mas suspensa devido à pandemia da Covid-19, a competição foi reprogramada para o início deste ano.  A Confederação Africana de Futebol (CAF) manteve a realização da CAN entre os meses de janeiro e fevereiro, apesar das críticas e dos pedidos da Fifa e de clubes europeus para cancelar ou adiar a competição para julho devido à propagação fulgurante da variante ômicron.  Muitas equipes da Europa devem ceder jogadores importantes para a competição continental prejudicando o desempenho em campeonatos nacionais e de outras competições internacionais. É o caso do Liverpool que perde dois importantes titulares de seu ataque : o senegalês Sadio Mané e o egípcio Mohamed Salah.  A decisão de manter o calendário é vista como uma forma de a CAF confirmar sua independência em relação a outras instâncias do futebol mundial e mostrar que também tem condições de organizar um grande evento respeitando as condições de segurança sanitárias. Para esta 33ª edição, os organizadores decidiram limitar em até 80% a capacidade total dos estádios para os jogos de Camarões e 60% para os torcedores de outras de seleções. As restrições incluem ainda a obrigatoriedade de apresentação do comprovante de vacina contra a Covid ou teste negativo recente para o vírus.   Chances das equipes lusófonas No total, 24 seleções iniciam a disputa e tentam chegar à grande final no dia 6 de fevereiro. As duas seleções lusófonas iniciam a competição com ambições de passar pelo menos da fase de grupos. Cabo  Verde participa pela terceira vez da CAN depois de um jejum de sete anos, quando não conseguiu a classificação. Em 2013, a seleção chegou às quartas de final depois de três empates, e deu adeus ao torneio ao ser derrotada por Gana, por 2 a 0. Dois anos depois, os Tubarões Azuis voltaram a empatar nos três jogos e não avançaram devido ao critério da diferença de gols.  O objetivo do atual grupo, que traz uma mistura de jogadores veteranos e jovens da nova geração caboverediana de futebol, é superar as quartas de final. "O Nosso objetivo é fazer melhor do que fizemos nas outras duas participações. Temos apenas uma derrota. O objetivo é fazer melhor do que as quartas de final de 2013, mas, acima de tudo, nosso maior objetivo é honrar nossa camisa, Cabo Verde, e fazer com que todo caboverdiano sinta-se orgulhoso da sua seleção", diz Marco Soares, que participou da competição em 2013.  Cabo Verde está no grupo A e estreia contra a Etiópia antes de enfrentar os outros dois adversários, Burkina Faso e os favoritos Camarões.  Já Guiné Bissau, que disputa pela terceira vez consecutiva a Copa Africana de Nações, terá um desafio considerado ainda maior pela frente. A seleção, formada basicamente por jogadores que atuam no exterior devido às dificuldades de organizar torneios de futebol no próprio país, caiu no grupo D, onde estão duas das maiores potências do continente, Egito e Nigéria. Os guineenses encaram na primeira rodada o Sudão, e um bom resultado pode trazer esperanças para a equipe tentar avançar pela primeira vez à segunda etapa e fazer história na competição.
    1/9/2022
    6:04
  • Rali Dakar 2022: Brasileiro vai brigar pelo título das UTVs na Arábia Saudita
    Após levar o título mundial do Rali Cross-Country FIA, na última prova em Abu Dhabi em novembro, o brasileiro Gustavo Gugelmin, copiloto do norte-americano Austin Jones, briga pelo título nas UTVs no Rali Dakar 2022, na Arábia Saudita. A prova, que vai até o dia 14 de janeiro, tem brasileiros também nas categorias bugue e quadriciclo. São 8.375 quilômetros em um percurso que dura quatorze dias. A 44ª edição do rali Dakar começa no dia 1° de janeiro na cidade de Jeddah. Nos próximos dias, os mil participantes deverão demonstrar resistência, física e emocional. “Todo Dakar é um rali único, é o maior do mundo e o mais difícil porque vai passando os dias e você vai ficando cansado. A tua mente, o teu corpo, o teu físico já não respondem como nos primeiros dias. Então você tem que ter muito condicionamento mental, condicionamento físico, emocional”, lembra Gugelmin. Neste ano, os organizadores fizeram um percurso que não atravessa fronteiras, mas consegue misturar diferentes tipos de terrenos, com áreas planas e outras íngremes. O cenário desértico impõe um desafio. “Este é um rali completo, tem dunas, tem estradas e muitas partes em que não tem nada. Eles falam: ‘você está na estrada, você vira a esquerda e vai embora reto’. É difícil você não ter nenhuma referência visual e seguir somente pela bússola. Você tem que estar totalmente concentrado”, explica o copiloto. Após chegar em segundo lugar na edição de 2021 ao lado do americano Austin Jones, a dupla tenta na Arábia Saudita superar a marca e levar o título na categoria UTV (Utility Task Vehicles, veículos utilitários multitarefa, na tradução do inglês). Com dezessete minutos de diferença em relação aos campeões, o brasileiro conta que a dupla trabalhou nos mínimos detalhes operacionais para reduzir seu tempo. “No ano passado, a gente trocou muito pneu, oito, dez, doze. Se conseguirmos reduzir o tempo nas trocas de pneus, isso faz ganhar alguns minutos que podem fazer a diferença no final”, explica. Pedras serão desafio As etapas com pedras que provocam múltiplas trocas de pneu também são motivo de atenção para outro brasileiro que disputará na categoria UTV, Rodrigo Luppi. Como piloto, Luppi estreia nesta edição do Dakar ao lado do copiloto brasileiro veterano Maykel Justo. “Acho que as etapas mais difíceis serão aquelas com muita pedra, pelo risco de furo de pneu, perda de tempo para troca de pneu. O carro só tem dois estepes, você tem que tomar muito cuidado, mas no final, todo o rali é difícil. Há uma áurea em torno do Dakar, é por isso que é o maior rali do mundo”, diz Luppi. Neste ano, a organização decidiu antecipar a etapa de maratona, o momento da prova que os pilotos não podem contar com assistência técnica externa e devem trocar sozinhos qualquer peça do carro de que precisarem. A maratona começa já na segunda-feira, dia 3. Para o copiloto Cadu Sachs, que navega para o também brasileiro Marcelo Gastaldi, na categoria bugue, esse deve ser o momento mais tenso da prova. “Não é necessariamente a parte mais complicada, mas é a que precisamos de mais atenção”, comenta Sachs. Este será o segundo Dakar de Marcelo Gastaldi, na Arábia Saudita. Ao longo de 2021, a dupla investiu em provas que os preparassem para chegar a esta prova. “Nós corremos os Sertões com o Century, com o CR6, que é um carro muito similar com o que a gente corre aqui. E fora isso nós corremos o Rali do Marrocos para treinar a parte da navegação, acostumar com os novos equipamentos, o tablet e o tipo da planilha”, conta Sachs. Com as provas realizadas ao longo do ano, o copiloto acredita que a dupla está pronta para chegar entre os vinte primeiros em sua categoria. Brasil volta a ter competidor no quadriciclo Após anos sem um competidor verde-amarelo, o maranhense Marcelo Medeiros vai representar a bandeira brasileira entre os quadriciclos. “É a primeira vez que eu vou correr em outro continente. Eu já fiz três Dakar na América do Sul - no Peru, Argentina e Bolívia. Mas aqui é tudo diferente, tem muita área de deserto, pedra, duna”, diz Medeiros. As etapas de deserto são as com maior dificuldade de navegação. “Vou fazer de tudo para não me perder e, se conseguir fazer boas etapas, o resultado deve vir e posso chegar entre os três primeiros”, projeta. Nesta edição, pela primeira vez o Dakar vai contar pontos para os campeonatos mundiais de rali cross-country FIA e FIM. O Rali Dakar 2022 termina em Jeddah, no dia 14 de janeiro.
    1/1/2022
    9:25
  • Retrospectiva 2021: Brasil brilha em Tóquio e perde para a Argentina em casa
    O ano de 2021 começou com muitas dúvidas sobre se os campeonatos e eventos esportivos adiados em 2020 por conta da pandemia de Covid-19 seriam mais uma vez cancelados ou realizados sem público. O maior exemplo foi a Olimpíada de Tóquio 2020, que, após muitos protestos e incertezas, foi realizada em agosto de 2021, sem plateia. Depois de um longo inverno pandêmico na Europa, em 29 de maio, tivemos a final da Liga dos Campeões 2020-2021. O evento colocou dois clubes ingleses, Manchester City e Chelsea, frente a frente, sendo a terceira final 100% britânica. A competição foi vencida pelo Chelsea. Também em maio, começou em Paris o tradicional torneio de tênis Roland Garros.   Djokovic é o campeão de Roland Garros No ano em que se completaram 20 anos do tricampeonato de Gustavo Kuerten em Roland Garros, o cearense Thiago Monteiro foi o único brasileiro a disputar o Grand Slam francês. Em junho, a final ficou entre o veterano sérvio Novak Djokovic e o jovem talento grego Stefanos Tsitsipas, em sua primeira final neste torneio. Rafael Nadal ficou de fora desta vez, pois havia perdido a semifinal para Djokovic. Em 13 de junho, Djokovic conquistou, enfim, o seu segundo título de Roland Garros frente a Tsitsipas, numa emocionante final em cinco sets. Esta que foi a 28ª final de Grand Slam do sérvio. Ainda em junho tivemos a largada da 108ª edição da Volta da França, a mais famosa prova ciclística de rua do mundo. A saída este ano foi de Brest, na região da Bretanha. A competição terminou em Paris, em julho, e foi vencida pelo esloveno Tadej Pogačar. Itália conquista a Eurocopa contra os ingleses Finalmente, a Eurocopa 2020 se realizou de 11 de junho a 11 de julho de 2021, dando o campeonato para a Itália contra a Inglaterra. Esta edição celebrava os 60 anos da criação do evento, mas foi adiada por um ano por causa da pandemia. A competição marcou a reabertura dos estádios europeus para o público, com no mínimo 25% da capacidade, apesar de os números da vacinação e recuo da doença ainda não serem ideais na Europa. Brasil perde para a Argentina em pleno Maracanã Em julho, a realização da final da Copa América suscitou uma forte polêmica no Brasil, segundo país mais afetado pela pandemia no mundo, depois dos Estados Unidos. A Argentina destronou a seleção brasileira no Maracanã e se consagrou campeã da Copa América. O gol de Di Maria derrubou o jejum argentino de 28 anos sem títulos e impediu o bicampeonato do Brasil no torneio marcado pela Covid-19. Tóquio 2020 aconteceu, mas em 2021 Em agosto, finalmente tivemos a realização dos Jogos Olímpicos de 2020, em Tóquio. O Brasil fez bonito no Japão. Logo no início do evento, a ginasta Rebeca Andrade se tornou a primeira atleta brasileira a conquistar duas medalhas em uma mesma Olimpíada. Um ouro, no salto, e uma prata na individual geral da ginástica artística, ao som do funk "Baile de Favela". Esse foi, aliás, foi o primeiro pódio olímpico do Brasil na ginástica artística feminina.  Como Rebeca, os atletas brasileiros marcaram a história dos Jogos Olímpicos em Tóquio, como o primeiro ouro da história do surfe na competição, com Ítalo Ferreira. Também tivemos as pratas no skate de Kelvin Hoefler e Rayssa Leal, que, com 13 anos, é a brasileira mais jovem a conquistar a uma medalha olímpica. Luisa Stefani e Laura Pigossi trouxeram, pela primeira vez em uma Olimpíada, uma medalha para o tênis brasileiro. Tivemos também os bronzes de Mayra Aguiar e Daniel Cargnin, no judô, e de Fernando Scheffer e Bruno Fratus na natação.  Outras medalhas vieram depois na principal competição esportiva do ano, que incluiu novas modalidades como o skate e o surf, que permitiram que o Brasil brilhasse. No total, o Brasil ficou com sete ouros, seis pratas e oito bronzes, que deixaram o país no 12º lugar no quadro geral de medalhas. Foram os Jogos Olímpicos nos quais o Brasil levou mais medalhas. Messi encanta Paris e ganha sétima Bola de Ouro Ainda em agosto, tivemos a supresa de que o craque argentino Lionel Messi deixaria o Barça e viria jogar no Paris Saint-Germain, levando os parisienses à loucura. Foram pelo menos três dias de aglomeração em frente à sede do clube e também do hotel onde a família Messi ficou hospedada. A RFI acompanhou de perto.  “Tenho a mesma alegria e a mesma vontade de ganhar de quando eu era criança”, disse Messi na coletiva de imprensa na sede do PSG, depois de ter jogado durante 21 anos no Barcelona. A vinda do craque para Paris gerou uma expectativa enorme nos seus fãs e nos torcedores do clube, e a imprensa francesa apelidou a 'febre' de "Messimania".  Entrevistados pela RFI à época, os amigos Martin, de 16 anos, Tawab, de 15 anos, e Romain, de 16 anos, acreditavam que o fato de Messi ter assinado com o PSG "eleva o clube a uma outra dimensão". "Ele é o melhor, superior a Cristiano Ronaldo, para mim é o melhor do mundo sem dúvida", disse Tawab. Despedida de um recordista nos Paralímpicos Em setembro, tivemos uma belíssima participação do Brasil nos jogos Paralímpicos de Tóquio 2020, com destaque para o multimedalhista paralímpico Daniel Dias que se despediu do esporte no Japão. Na capital japonesa, o nadador conquistou três medalhas de bronze e somou em sua carreira 28 medalhas paralímpicas, sendo 14 de ouro, um recorde. Ele nadou a última prova de sua carreira nesta competição. Um momento de muitas emoções, disse em entrevista à RFI. Em novembro, o Palmeiras foi o campeão da Copa Libertadores. Em jogo realizado no Uruguai contra o Flamengo, o alviverde levou o troféu pela terceira vez na história. Em Paris, Messi acumulou mais um título. Ao conquistar sua sétima Bola de Ouro, Lionel Messi estabeleceu um novo recorde e entrou na história como o primeiro jogador do Paris Saint-Germain a erguer o prestigioso troféu.  Messi foi eleito o melhor da temporada principalmente pelo título da Copa América com a Argentina, após vitória de 1 a 0 contra o Brasil. A primeira muher a dirigir Roland Garros Em dezembro, também em Paris, a ex-tenista francesa Amélie Mauresmo foi nomeada à direção do torneio de Roland Garros. A ex-campeã se tornará, assim, a primeira mulher a ocupar o cargo, após a assinatura de um contrato de três anos. “Eu me sinto orgulhosa. Esse torneio me faz sonhar desde pequena e despertou em mim uma vocação. Tive as melhores e as piores histórias que aconteceram durante esse torneio. Então, só posso agradecer a confiança”, disse Mauresmo ao ser nomeada.
    12/26/2021
    6:59
  • Brasileira brilha no Lyon e sonha em conquistar todos os títulos da temporada
    A equipe feminina do Lyon é a atual líder do campeonato francês, com 33 pontos, três a mais do que o PSG, vice-líder. O time reforçou a liderança na última rodada da competição antes das férias de final de ano ao vencer no último dia 12 de dezembro o Paris FC por 2 a 1. O elenco do Lyon conta com a brasileira, naturalizada americana, Catarina Macário. O Lyon encerra 2021 com o melhor desempenho da temporada, com 11 vitórias em 11 rodadas, e conquistou o título de “Campeão do Outono” na França. Além disso, a equipe feminina do clube francês faz uma excelente campanha na Liga dos Campeões da Europa, terminou em primeiro lugar de seu grupo na primeira fase e se classificou para as quartas de final. A talentosa e jovem Catarina Macário, de 22 anos, já foi comparada a Marta, mas nunca jogou profissionalmente no Brasil. Ela nasceu em São Luís do Maranhão, mas se mudou aos 12 anos para os Estados Unidos, mais precisamente para a Califórnia, onde se formou e foi eleita durante dois anos consecutivos melhor jogadora universitária. Catarina Macário chegou ao Lyon em janeiro deste ano, depois de assinar um contrato de dois anos e meio. A meio-campista diz que a escolha do time, comandado pela franco-portuguesa Sonia Bompastor, que é um dos melhores da França, com 14 títulos consecutivos, e da Europa, foi uma ótima decisão. “Eu estou indo muito bem. Eu gosto bastante do Lyon, do clube, das pessoas, da cidade. Estou muito feliz. Acho que foi uma ótima decisão para minha carreira, para minha vida também. Não consigo me ver em nenhum outro local. Espero que eu possa continuar evoluindo cada dia em campo, e fora do campo também. Realmente é um local que eu consigo me ver por muitos anos, espero que eles também possam se sentir desse jeito. Estou muito feliz”, afirma. A jogadora que mora na cidade do sudeste francês e joga no Lyon há quase um ano, já marcou 16 gols com camisa do clube, sendo 10 nesta temporada. Ela diz que sua adaptação está sendo boa, apesar do frio: “Não estou acostumada com esse frio, a língua com certeza é um pouco diferente, os costumes, mas eu gosto de aprender coisas novas. Faz quase um ano que estou aqui, sinto que o meu francês está melhorando bastante e já sabendo português ajuda bastante.” Campeã do outono O Lyon conquistou o título de “Campeão do Outono” do campeonato francês ao vencer no último domingo o Paris FC, fora de casa. Catarina Macário não marcou, ficou contente com o título, mas disse que a pequena diferença no placar tem que servir de lição: “Sempre tem coisa para melhorar porque não basta só ganhar, a gente precisa ganhar bem também, com muitos gols. O outro time fez uma grande partida. Apesar da gente ter ganhado, tem muitas coisas para melhorar e quando voltarmos a enfrentar o Paris FC teremos que nos reinventar”, acredita a meio-campista. O objetivo do Lyon para 2022 é conquistar o Campeonato da França e a Liga dos Campeões. A equipe feminina do clube francês tem sete títulos europeus, sendo cinco consecutivos de 2016 a 2020. Na temporada passada foi eliminada nas quartas de final pelo PSG. Catarina Macário espera contribuir para um melhor resultado em 2022. “Não é complicado. Se você é uma jogadora do Lyon, você sabe que há uma exigência. Você precisa, como muitas jogadoras do clube que já ganharam sete vezes ou cinco vezes consecutivas, ter novas inspirações para tentar melhorar porque de vez em quando uma pessoa pode se acomodar e é preciso novas coisas para te motivar. A gente sabe que na última temporada o Lyon não teve o nível de sempre. A gente sabe que precisa ser muito melhor. Claro que é muito bom que outras equipes também estão se investindo no futebol feminino e que o nível geral está melhorando, mas é claro que a gente quer estar no topo de qualquer jeito”, diz a brasileira. Seleção americana de futebol Outro desafio da jogadora é a Copa do Mundo feminina de futebol, que acontece em 2023 na Austrália e Nova Zelândia. Catarina Macário foi naturalizada americana em 2020 e escolheu a seleção dos Estados Unidos para defender. Ela estreou em janeiro de 2021 e se tornou a primeira atleta naturalizada a jogar pela equipe americana, atual campeã mundial. A jogadora diz que não foi fácil escolher entre o Brasil e os Estados Unidos. “Foi complicado. O Brasil é onde eu nasci e onde a minha família está. Eu ainda vou muito lá. Dói um pouco no coração, tipo assim, de virar as costas para o seu próprio país, mas realmente os Estados Unidos foram o país que me adotou e eu sou muito grata. O sistema dos Estados Unidos se importa com o que eu quero fazer, que é jogar futebol. Eles dão importância aos valores femininos. Claro que todos os países têm seus defeitos, mas foi o país que me acolheu e, finalmente, foi uma decisão fácil porque morei lá desde os 12 anos e também me sinto americana. Eu me senti em casa”, conta Catarina, que sonha em conquistar a Copa do Mundo de 2023. A entrevista de Catarina Macário foi feita por Marco Martins, da redação portuguesa da RFI.
    12/19/2021
    6:51

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