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  • Ciência - Cabo Verde: "Falta de chuva tem consequências sociais graves"
    Cabo Verde é um país com um clima seco, mas que nos últimos anos tem sido ainda mais fustigado com a falta de chuva com consequências sociais graves. "Ainda há muitas pessoas sem acesso a água em Cabo Verde que precisam dela para a sua sobrevivência", alerta a directora da ONG Lantuna. Cabo Verde viveu um estado de emergência hídrica até Outubro por causa da extrema escassez de chuva nos últimos anos com impactos directos na saúde, agricultura e economia.  Os volumes de precipitação não tiveram recuperação no volume de água armazenada nos reservatórios cabo-verdianos. O nível hídrico subterrâneo encontra-se abaixo do valor indicativo praticado pelas Nações Unidas, o que colocou Cabo Verde numa situação de emergência hídrica. Cabo Verde vive "uma situação dramática: sem chuva nos últimos quatro anos e com o agravamento da pandemia a situação agravou-se ainda mais. Muitas pessoas perderam o emprego, no campo as pessoas ficam desanimadas porque assistem a um investimento sem retorno e muitos optam por sair do país", descreve directora executiva da Organização ambientalista cabo-verdiana Lantuna , Ana Veiga.
    11/30/2021
    7:53
  • Ciência - Covid-19: "Há alguma perda da eficácia protectora das vacinas ao longo do tempo"
    Os casos de Covid-19 têm aumentado nas últimas semanas um pouco por todo o mundo. A Áustria adoptou ontem um confinamento geral para combater o aumento do número de casos. A população ficará confinada pelo menos 10 dias, num limite que poderá ir até aos 20 dias após o número de mortes por Covid-19 ter triplicado nas últimas semanas. A Áustria começou por tentar confinar apenas as pessoas não vacinadas, medida que viria a revelar-se infrutífera no combate à doença. Isto acontece numa altura em que vários outros países, incluindo países europeus, enfrentam já uma quinta vaga da doença. Miguel Prudêncio, investigador principal do Instituto de Medicina Molecular português considera que a hipótese de um confinamento em outros países europeus depende da percentagem de população vacinada e deu o exemplo concreto de Portugal. O também especialista em vacinas explica que a decisão tomada na Áustria se prende com a baixa cobertura vacinal nesse país. Miguel Prudêncio deu depois o exemplo concreto de Portugal em que cerca de 87% da população já está totalmente vacinada, um dado que corresponde a practicamente 98% da população elegível para receber a vacina. Tendo em conta estes dados, o especialista refere que "em Portugal, não existem razões para se pensar em confinamentos gerais ou em estados de emergência, medidas mais radicais". "Nós, com esta cobertura vacinal, garantimos uma barreira de protecção muito eficiente contra as formas mais graves da doença", defende ainda, referindo que as vacinas conferem também uma protecção contra a própria infecção, embora esta não seja tão elevada. Relativamente ao aumento do número de casos em vários países, o investigador aponta duas razões principais: o inverno, estação do ano propicia à transmissão de vírus respiratórios e, por outro lado, a baixa taxa de vacinação nesses países.  A terceira dose de combate à Covid-19 está a ser administrada em vários países, no entanto, existe uma discrepância no que diz respeito à idade "ideal" para a aplicação deste reforço vacinal. Em Portugal continental, por exemplo, a terceira dose de combate ao novo coronavírus é para maiores de 65 anos, mas na ilha da Madeira, arquipélago português, o limite fixou-se nas pessoas maiores de 18 anos. Em França começou por ser aplicada aos maiores de 65 anos e a partir de 1 de dezembro será para maiores de 50. Na passada quinta-feira, as autoridades de saúde preconizaram a necessidade de baixar esse limiar para os maiores de 40. Miguel Prudêncio explicou, em entrevista à RFI, como funciona o critério para a aplicação da terceira dose da vacina. "A decisão sobre a administração desta dose de reforço da vacina é uma decisão que se baseia nos dados que são obtidos através da monitorização da protecção conferida pelas vacinas no mundo real e dados esses que nos mostram que há alguma perda da eficácia protectora das vacinas, sobretudo nas populações mais idosas", daí ser esta faixa etária a primeira a ser contemplada, conforme elucida Miguel Prudêncio. Apesar disso, à medida que o tempo passa e que vão sendo recolhidos mais dados, "pode fazer sentido alargar esta dose de reforço a outras faixas etárias, de maneira a repor alguma da protecção que é perdida ao longo do tempo". Na China, por exemplo, as crianças, que não estão inseridas no grupo de pessoas mais vulneráveis, vão começar a ser vacinadas a partir dos 3 anos de idade, assunto que ainda é, de certo modo, tabu na Europa. Relativamente a esta matéria, Miguel Prudêncio considera que esta é uma questão delicada porque têm de ser tidas em conta várias questões, nomeadamente, o benefício para a própria criança vacinada. Essas idades muito jovens "não são um grupo de risco para formas graves da Covid-19 e, portanto, o benefício para a própria criança vacinada não é elevado, na medida em que o seu risco de ter complicações da doença também não é elevado", salienta o especialista. Miguel Prudêncio disse ainda que, neste momento, está a ser aguardado um comunicado da Agência Europeia do Medicamento sobre uma avaliação de todos os dados disponíveis a respeito da vacinação de crianças. Após a divulgação deste comunicado, a decisão de vacinar ou não as crianças dos 5 aos 11 anos de idade deve ser tomada por cada país. No que diz respeito à vacinação obrigatória, a Áustria passará a adoptá-la a partir de Fevereiro de 2022. Questionado sobre se a obrigatoriedade da vacina de Covid-19 será necessária para vencer de vez o novo coronavírus, o especialista em vacinas reiterou a necessidade de se avaliar a situação à luz de cada país. No caso de Portugal, essa obrigatoriedade não será necessária, uma vez que a população aderiu, na sua maioria, às vacinas. Quanto à proximidade do Natal que é, por excelência, uma altura do ano em que existem ajuntamentos familiares e várias iniciativas que juntam grandes aglomerados, Miguel Prudêncio defende a necessidade de se adoptarem comportamentos adequados junto da população mais vulnerável, como, por exemplo, a realização de um teste rápido antes do reencontro com a população mais idosa.
    11/23/2021
    11:09
  • Ciência - Europa e Portugal querem aumentar produção de lítio, uma questão ambiental?
    A Cop-26 terminou no passado fim-de-semana com um acordo considerado o consenso possível pelos países participantes, enquanto os ambientalistas se mostram pouco convencidos. O Pacto Climático de Glasgow na Escócia tem dez páginas e foi assinado por todos os 197 países das Nações Unidas que participaram. Entre as medidas aprovadas, a diminuição do recurso ao carvão em vez do fim da sua utilização, na sequência de um pedido de última hora da Índia. Para o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, o acordo assinado em Glasgow ainda «não chega». Em paralelo à Cop-26, continuam as prospecções na Europa e em Portugal para alternativas às energias fósseis. Uma delas é o lítio que é utilizado para as baterias dos carros eléctricos. Tido como uma solução ecológica, o preço do lítio aumentou nos últimos anos. Os principais produtores encontram-se na Austrália, na China, na América do Sul e em África. Actualmente a Europa está igualmente a tentar entrar no mercado e Portugal, que tem a maior reserva, tem estado a conduzir um Programa de Prospecção e Pesquisa de Lítio em oito potenciais áreas, entre elas a Serra d’Arga, em Viana do Castelo, no Norte do país. A Serra d’Arga, que está em fase de classificação como Área de Paisagem Protegida de Interesse Regional, é uma das áreas em análise. A Corema - Movimento de Defesa do Ambiente e Património do Alto Minho - tem protestado contra este Programa de Prospecção e Pesquisa de Lítio na Serra d’Arga, afirmando que a exploração mineira poderá ter um impacto ambiental negativo na biodiversidade, sem esquecer os impactos indirectos na Região, na população e no turismo. Ao evocar a exploração mineira na Serra d’Arga, José Gualdino, Presidente da Corema, considera que a exploração do lítio não é um avanço para a protecção do meio ambiente. Por sua vez, Ana Cristina Lages, primeira secretária da Corema, recorda que a exploração de outros minérios durante a segunda guerra mundial continua a ter impacto negativo no meio ambiente em Portugal. O período de consulta pública no que diz respeito à Prospecção e Pesquisa de Lítio em Portugal, inicialmente previsto até 10 de Novembro, foi prorrogado pela DGEG - Direcção-Geral de Energia e Geologia – até ao dia 10 de Dezembro, após a contestação de partidos políticos, autarquias e movimentos cívicos. É o ponto final neste Magazine Ciência.
    11/16/2021
    16:00
  • Ciência - Cientistas portugueses descobrem forma mais eficaz de levar medicamentos até ao cérebro
    Uma equipa de cientistas portugueses descobriu uma forma mais eficaz e não tóxica de transportar medicamentos até ao cérebro que pode revolucionar o tratamento de pacientes com doenças neurodegenerativas como a doença de Alzheimer. Para a coordenadora desta pesquisa, a docente universitária Andreia Gomes, que falou com a RFI, este é um momento de "muita esperança" para o tratamento e prevenção destas doenças. "Temos barreiras no nosso corpo, que são necessárias, e que impedem que a maior parte dos medicamentos e das moléculas que podemos desenvolver entrem dentro do cérebro e da espinal medula. O que fizemos foi desenvolver uma forma de levar esses medicamentos de uma forma eficaz para dentro do cérebro", explicou Andreia Gomes, em entrevista à RFI. Esta investigadora é professora associada da Universidade do Minho, nos domínios da Diferenciação e Desenvolvimento e Fisiologia animal e coordenou a equipa de oito cientistas das escolas de Ciências, Engenharia e Medicina da Universidade do Minho e ainda uma cientista do Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, em Braga, que levou a cabo esta descoberta. "Usamos uma mistura que já existe no corpo, que não tem risco de toxicidade nenhum. Conseguimos colocar lá [no cérebro] quantidades de medicamentos muito interessantes", detalhou. Uma dessas substâncias é a curcumina, uma substância presente no açafrão e que tem como propriedade a melhoria da memória, mas tem dificuldade em chegar até ao sistema nervoso central. "Para ter os efeitos que já se reconhecem nesta substância, teria de ser tomada em doses enormes e durante bastante tempo. O que chega ao cérebro é uma fracção daquilo que se toma. Com esta descoberta, nós conseguimos garantir que uma boa parte daquilo que é colocado no organismo chega ao sistema nervoso central", indicou. A descoberta dos cientistas portugueses foi tema de capa da revista científica Journal of Controlled Release e a recepção tem sido "fantástica". "A recepção por parte da comunidade científica como por parte da comunidade civil tem sido fanstástica e estamos muito contentes, não só porque nos vemos reconhecidos, mas também porque percebemos que pode haver abertura de novas possiiblidaded para financiar as fases seguintes do trabalho", disse a investigadora. Andreia Gomes defende que quem tiver sintomas de doenças neuro-degenerativas, como a doença de Alzheimer, não deve hesitar em procurar os médicos, já que as terapias propostas actualmente são muito diferentes do que acontecia há 10 anos. Quanto a novas terapias, a docente assegura que "é uma altura de muita esperança" neste campo da investigação.
    11/9/2021
    9:45
  • Ciência - "Facebook Papers": Como sair do “pântano digital”?
    Esta semana, Lisboa volta a ser palco da Web Summit. As novas acusações contra o Facebook prometem marcar a agenda devido à presença da ex-funcionária da empresa, Frances Haugen. A denunciante revelou, por exemplo, que a empresa não controla as mensagens de ódio porque estas geram interactividade e mais lucro. Lisboa volta a ser palco da Web Summit, a reunião mundial de empresas ligadas à internet. Na abertura, esta segunda-feira, esteve presente uma ex-funcionária do Facebook e especialista de algoritmos, Frances Haugen, que revelou, por exemplo, que a empresa conhecia os perigos do Instagram para jovens adolescentes e que o Facebook não contém as mensagens de ódio porque estas geram interactividade e mais lucro. Francis Haugen tornou públicos milhares de documentos que estão a ser descodificados e publicados por um consórcio internacional de jornalistas na investigação, os Facebook Papers. Este é o mais recente escândalo a manchar a reputação da gigante tecnológica que agrega diariamente 2,8 mil milhões de utilizadores e que não deixará de marcar a agenda da Web Summit. Como é que os algoritmos podem controlar as pessoas e afectar directamente as democracias? Porque é que a empresa que se tornou central no tecido social contemporâneo nada faz para evitar as falhas? Ou em vez de falhas estamos a falar de desvios conscientes? Como sair intacto do “pântano digital” neste “admirável mundo novo”? Algumas respostas com Ricardo Lafuente, vice-presidente da Associação D3 - Defesa dos Direitos Digitais. Um tema que também pode ouvir aqui.
    11/1/2021
    12:42

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