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  • Vida em França - #Metoopolítco: "A denúncia é muito importante"
    Esta semana 285 mulheres eleitas e militantes assinaram uma petição onde denunciam casos de assédio e agressões sexuais cometidos por homens do mundo político. O abaixo-assinado pede para que os autores das agressões sexuais sejam responsabilizados e afastados da vida política. Desde então têm sido muitas as vozes a virem a público denunciar as agressões sexuais que durante anos foram reduzidas ao silêncio. No sábado será organizada uma manifestação para exigir a responsabilização do mundo político e para pedir os candidatos presidenciais que dêem respostas à violência sexual. A professora universitária e activista, Cristina Semblano, diz que a violência sexual é problema sistémico que deve ser combatido através da denúncia.
    11/18/2021
    7:33
  • Vida em França - Devolução de obras é passo "simbólico", mas importante para restituir bens à juventude africana
    A oficialização da restituição de 26 obras de arte ao Benim por parte da França aconteceu esta semana num passo que Luísa Semedo, investigadora e ativista luso-cabo-verdiana em França, considera ainda "simbólico", mas importante especialmente para a juventude dos países africanos que nem sempre tem acesso aos seus bens culturais já que se estima que cerca de 90% desses bens estejam fora do continente. A França devolveu oficialmente ao Benim 26 obras de arte, entre elas, algumas das mais importantes estátuas reais do país, como a estátua do poderoso Rei Ghézo representado como um homem-pássaro ou o Rei Béhanzin, esculpido meio homem, meio tubarão, testemunhos da dinastia que reinou nos séculos XVIII e XIX o sul do Bdo país. As peças foram transportadas para França no final do séc. XIX, quando o coronel Dods invadiu Abomey, capital do reino de Danhomè. O pedido oficial para a devolução foi feito pelo Benim em 2016 e, apesar de uma recusa, o aval foi dado em 2020. "É um passo importante, ainda simbólico. Entre 85 a 90% do património cultural africano está fora do continente, o que é algo impressionante. Ainda há muito para fazer, mas já é importante porque coloca esta questão a debate com algo feito de facto", disse Luísa Semedo. Esta investigadora considera que a França "dá o exemplo", tal como outros países que detiveram colónias em devolver as obras aos países africanos que as pedem de volta, especialmente para as gerações mais jovens.  "Algo que me parece absolutamente importante são as novas gerações. O património é a herança cultural de um povo e é importante para as novas gerações do Benim terem acesso a estas obras de forma permanente", referiu Luísa Semedo.
    11/11/2021
    11:26
  • Vida em França - Macron anuncia "Contrato de Compromisso Jovem"
    O Presidente francês anunciou esta semana uma medida que visa ajudar os jovens, com menos de 25 anos e sem formação profissional,  a encontrar um lugar no mercado de trabalho. A iniciativa "Contrato de Compromisso Jovem" abrange 400.000 jovens, que durante 12 meses vão benificiar de formação e de uma ajuda mensal de 500 euros, mediante "rendimento pessoal, assiduidade e aceitação de ofertas de emprego". O programa entra em vigor em Março de 2022.  Emmanuel Macron diz que o "Contrato de Compromisso Jovem" destina-se a jovens "que estão desempregados há demasiado tempo, muitas vezes sem recursos, sem perspetivas", já a oposição francesa diz que este projecto se insere numa campanha de comunicação de Emmanuel Macron, a seis meses das eleições presidenciais.  Em entrevista à RFI, o economista Pascal de Lima diz que Emmanuel Macron já está em campanha eleitoral, no entanto reconhece as vantagens deste projecto.
    11/4/2021
    6:09
  • Vida em França - Publicada em França antologia de poesia portuguesa
    É publicada hoje em França uma antologia de poesia portuguesa das origens até ao século XX. Uma obra bilingue, português e francês, coordenada pelo escritor e tradutor brasileiro Max de Carvalho, radicado em França há largos anos. Uma antologia que reúne, de forma inédita nas últimas cinco décadas em França, quase 1 100 poemas de mais de 280 autores, um trabalho publicado pela editora Chandeigne. Max de Carvalho, responsável do projecto, e Anne Lima, editora da Chandeigne, levantaram-nos o véu sobre uma obra que contempla também poetas cabo-verdianos. "La poésie du Portugal: des origines au XXe siècle" chega, agora, ao mercado francês.
    10/26/2021
    12:44
  • Vida em França - Exilados políticos portugueses lembram chegada a Paris para abrir portas a outros refugiados
    Mais de 50 anos após a sua chegada a Paris, desertores da Guerra do Ultramar e opositores ao regime de Salazar, retraçaram os seus passos na capital francesa para lembrar o que viveram nas décadas de 60 e 70 como exilados políticos, fugidos de Portugal, chamando a atenção para a importância de acolher hoje  quem procura refúgio na Europa. A RFI acompanhou esta visita. Esta visita guiada por uma história oculta pela Cidade das Luzes começou na Câmara Municipal do 13º bairro, onde os exilados portugueses chegavam pela primeira vez, muitos através da Gare de Austerlitz, ali vivendo nos primeiros meses e arranjando trabalho, como relata Fernando Cardoso, presidente da Associação de Exilados Políticos Portugueses. "Este bairro tem um significado especial para muitos portugueses, porque muitos morámos na rue de Moulinet e frequentávamos um café onde agora está o centro comercial, portanto já não existe. A Câmara Municipal do 13º bairro é um ponto central", disse o presidente da Associação de Exilados Políticos Portugueses. Quem os acolhia era Vasco Martins, chegado a Paris no início dos anos 60 por se opor à Guerra do Ultramar, e que militava nos movimentos de esquerda da capital. "Era uma casa que eu ocupei em outubro de 1968 e que a partir daí recebeu muitos desertores, refratários, jovens portugueses que recusavam fazer a guerra colonial", explicou o exilado político. Foi em Paris que se despertaram também as consciências de muitos imigrantes portugueses que tinham abandonado o país por razões económicas e que ao comprarem jornais contra o regime ou participarem em reuniões sindicais, conheciam, pela primeira vez, a liberdade. "Era ambivalente, havia um certo receio [de se expressar livremente], mas havia a possibilidade falar aqui. E isso fazia com que nós, nas primeiras manifestações íamos perdendo o medo e muitas pessoas que nunca tinham reagido, especialmente do interior, aqui viam que trabalhando eram respeitados. Do ponto de vista histórico, a revolução portuguesa, foi muito criada na emigração aqui. Em Portugal havia muito receio, mesmo se não houvesse polícia, era como se houvesse polícia na nossa cabeça e aqui não", disse Fernando Martins. A visita na capital francesa faz parte de um projecto europeu que agrega investigadores e associações de Portugal, França e Dinamarca para contar a história dos exilados portugueses aos mais jovens, o projecto #ECOS. Mas estas atividades servem sobretudo para alertar que estes movimentos continuam ainda hoje, como explica a investigadora Sónia Ferreira. "Este projeto é pegar numa história que achamos que é importante continuar a contar, especialmente tendo os protagonistas connosco. Mas a história do exílio português é uma história de hoje em dia. Todos os sentimentos que estas pessoas tiveram nos anos 60 e 70 estão muito próximos do que sentem os refugiados hoje em dia", disse a professora da Universidade Nova de Lisboa que participa no projecto. É nos passos destes exilados que falam abertamente das suas experiências, que muitos franceses de origem portuguesa reconhecem a sua própria história. É o caso de Anne Marie Esteves que nestes relatos encontrou também argumentos para combater as ideias de extrema-direita que rejeitam atualmente a imigração em França. "A história da imigração portuguesa faz parte da história francesa. Estamos quase no período eleitoral e ainda temos a Marine Le Pen e as suas ideias, sempre a falar na imigração e nunca falamos da história da imigração portuguesa. A história repete-se e é por isso que é importante trazer o meu filho a este passeio. Para ele não se deixar enganar por certas mensagens políticas", disse esta francesa com origens portuguesas. Mais de meio século depois, estes exilados políticos portugueses prometem continuar a partilhar as suas histórias para que outros refugiados possam continuar a encontrar abrigo em França.
    10/21/2021
    7:36

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