Zum Inhalt springen
PodcastsGeschichteTempo ao Tempo

Tempo ao Tempo

Rui Tavares
Tempo ao Tempo
Neueste Episode

83 Episoden

  • Tempo ao Tempo

    Quem foram os professores que inspiraram a carreira de Rui Tavares? Uma história sobre o caminho académico do historiador

    24.09.2026 | 37 Min.
    Neste episódio, Rui Tavares recupera o seu passado de aluno e recorda aqueles professores que marcaram a trajetória da sua formação como historiador, desde a escola primária à universidade, passando pelos anos de formação em França. São histórias de vocação, aprendizagem, amizade e gratidão, contadas num registo pessoal e próximo, como uma conversa entre antigos colegas de escola.
    No centro destas memórias está António Manuel Hespanha, professor admirado por várias gerações e mestre de alunos que seguiram caminhos muito diferentes. Através das suas aulas, das suas ideias e do seu exemplo, o episódio reflete sobre aquilo que um grande professor pode deixar para lá dos programas, dos exames e das notas.
    Uma homenagem a todos os professores que continuam a acompanhar-nos muito depois da última aula. Porque, de certa forma, nunca deixamos totalmente de ser alunos daqueles que nos marcaram.
    See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Tempo ao Tempo

    Guerras Culturais: A invenção da imprensa ajudou à disseminação das ideias (e à censura) no século XVI

    17.09.2026 | 28 Min.
    No episódio anterior, Rui Tavares mostrou como as guerras culturais se ancoram no confronto entre identidades, valores e narrativas, e como a invenção da imprensa revolucionou a forma de contar, difundir e disputar ideias.
    Neste episódio, a história continua a partir das indulgências e da Reforma Protestante, um dos primeiros grandes exemplos de uma divisão cultural amplificada por uma revolução tecnológica. À medida que a imprensa acelerava a circulação de textos, imagens e polémicas, cresciam também a polarização, a censura e a propaganda.
    A ansiedade perante a sobrecarga informativa, que hoje associamos às redes sociais e ao mundo digital, acompanhou também os primeiros séculos da imprensa: nos séculos XVI, XVII e XVIII, muitos acreditavam que existia informação a mais, livros a mais, e que ninguém conseguia acompanhar tudo o que era publicado.
    Entre Lutero, Erasmo, a Bíblia Poliglota e os primeiros fenómenos de comunicação de massas, este episódio aprofunda a relação entre guerras culturais e tecnologia, mostrando como as revoluções da comunicação não mudam apenas a forma de transmitir ideias. Mudam também a forma como pensamos, escolhemos lados e imaginamos o mundo.
    Lista de obras musicais utilizadas neste episódio:
    Debussy - Petite Suite Menuet
    Vivaldi ‌- Gnossiene No.1 (Satie), Laurent Dury
    Lee John Gretton - Knowing Half the Future
    Giovanni Paolo Picchi - Canzon Quinta
    Georges Delerue - Gaillarde et air
    Steven Johh Carter - The Passing of Time
    Georges Delerue - Lamento
    See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Tempo ao Tempo

    Guerras Culturais: A invenção da imprensa ajudou à disseminação das ideias (e à censura) no século XVI

    17.09.2026 | 25 Min.
    No episódio anterior, Rui Tavares mostrou como as guerras culturais se ancoram no confronto entre identidades, valores e narrativas, e como a invenção da imprensa revolucionou a forma de contar, difundir e disputar ideias.
    Neste episódio, a história continua a partir das indulgências e da Reforma Protestante, um dos primeiros grandes exemplos de uma divisão cultural amplificada por uma revolução tecnológica. À medida que a imprensa acelerava a circulação de textos, imagens e polémicas, cresciam também a polarização, a censura e a propaganda.
    A ansiedade perante a sobrecarga informativa, que hoje associamos às redes sociais e ao mundo digital, acompanhou também os primeiros séculos da imprensa: nos séculos XVI, XVII e XVIII, muitos acreditavam que existia informação a mais, livros a mais, e que ninguém conseguia acompanhar tudo o que era publicado.
    Entre Lutero, Erasmo, a Bíblia Poliglota e os primeiros fenómenos de comunicação de massas, este episódio aprofunda a relação entre guerras culturais e tecnologia, mostrando como as revoluções da comunicação não mudam apenas a forma de transmitir ideias. Mudam também a forma como pensamos, escolhemos lados e imaginamos o mundo.
    Lista de obras musicais utilizadas neste episódio:
    Debussy - Petite Suite Menuet
    Vivaldi ‌- Gnossiene No.1 (Satie), Laurent Dury
    Lee John Gretton - Knowing Half the Future
    Giovanni Paolo Picchi - Canzon Quinta
    Georges Delerue - Gaillarde et air
    Steven Johh Carter - The Passing of Time
    Georges Delerue - Lamento
    See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Tempo ao Tempo

    Entre Gutenberg e o Burkini: Onde crescem as guerras culturais?

    10.09.2026 | 25 Min.
    A cultura é um terreno de disputas constantes e as guerras culturais surgem quando valores, identidades e narrativas entram em conflito e despertam emoções intensas. Muitas vezes, não são os acontecimentos em si que dividem as pessoas, mas a forma como são contados, interpretados e partilhados. Da imprensa do século XV às redes sociais de hoje, as histórias continuam a moldar opiniões, criar pertenças e alimentar divisões.
    A partir da história da invenção da imprensa, Rui Tavares mostra como as ideias ganham vida própria quando passam de pessoa para pessoa, de livro para rumor, de facto para mito. E é precisamente essa viagem entre passado e presente que torna este episódio tão atual e relevante.
    See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Tempo ao Tempo

    Como surgiram os conceitos de esquerda e direita na política? Uma viagem até Versalhes e à revolução francesa

    03.09.2026 | 13 Min.
    Afinal, de onde vêm os termos esquerda e direita? A resposta é mais simples do que muitos imaginam. Nascidos durante a Revolução Francesa, esquerda e direita surgiram a partir de um detalhe quase corriqueiro: o lugar escolhido pelos deputados numa sala de debates. Mas aquilo que parecia ser apenas uma questão de lugares acabou por refletir diferenças profundas sobre o poder, os direitos e o futuro da sociedade.
    Neste episódio, viajamos até 1789 para descobrir como uma circunstância aparentemente banal deu origem a duas das palavras mais influentes da política moderna. Uma história surpreendente que mostra como pequenos acontecimentos podem deixar uma marca duradoura na forma como entendemos e discutimos a política ainda hoje.
    Lista de músicas usadas no episódio:
    Antonio Vianello - “I’ll Wait For You”
    Roman Andor - “Brilliant Mind”
    Mozart - “Sinfonia Concertante”
    Daniel Pemberton - “Civil Uprising
    Mozart - “Variations on ‘Ein Madchen oder Weibchen’”
    See omnystudio.com/listener for privacy information.
Weitere Geschichte Podcasts
Über Tempo ao Tempo
Tempo ao Tempo é um podcast de histórias da História, de passado, presente e futuro, e da mudança da memória no tempo. Aqui vamos percorrer a micro-história e a História global, a História europeia e a História nacional, sempre com o objetivo de atualizar os dilemas das pessoas do passado e colocar em perspetiva histórica os nossos dilemas do presente. Com o tempo, vão aparecer texturas e um padrão narrativo, que ajudará a fazer sentido do todo. Mas o todo será sempre multímodo, polifónico e eclético. De muitos caminhos. Todas as quintas-feiras um novo episódio escrito e narrado por Rui Tavares, com apoio à produção de Leonor Losa. A sonoplastia de Tempo ao Tempo é de João Luís Amorim e a capa é de Vera Tavares e Tiago Pereira Santos.
Podcast-Website

Höre Tempo ao Tempo, Eine kurze Geschichte über... und viele andere Podcasts aus aller Welt mit der radio.at-App

Hol dir die kostenlose radio.at App

  • Sender und Podcasts favorisieren
  • Streamen via Wifi oder Bluetooth
  • Unterstützt Carplay & Android Auto
  • viele weitere App Funktionen
Rechtliches
Social
v8.18.0 | © 2007-2026 radio.de GmbH
Generated: 9/25/2026 - 3:21:43 PM